ALÉM DOS GRÁFICOS

Como usar storytelling com dados para influenciar decisões

Karina Piva

Dados não falam por si só.

Se falassem, seu relatório teria aprovado aquele projeto. Sua apresentação teria convencido a diretoria. E você não teria saído daquela reunião ouvindo: "Interessante... vamos pensar nisso."

Quem fala é você.

O que eu passei a ver por outro ângulo

e este livro convida você a ver também

Quando eu parei de abrir a planilha primeiro e comecei a estruturar a narrativa antes, tudo mudou. Deixei de ser "a menina dos dados" para ser chamada para discutir estratégia.

Isso aconteceu na 99. Depois na Uber. Depois no iFood. E depois quando a ANBIMA me chamou para reestruturar a narrativa do Raio X do Investidor Brasileiro, um estudo referenciado em todo mercado financeiro brasileiro.

Um novo jeito de contar, fez interpretar e entender os dados de outra forma.

"Além dos Gráficos" é tudo que eu aprendi, errei e refinei ao longo desse caminho. Escrito para quem trabalha com dados e está cansado de ser ignorado na reunião.

STORYTELLING COM DADOS,

o que está diferente:

Pensar antes de abrir o Excel.

Eu sei, você acha que pensa; mas tem que pensar diferente. Tem que se perguntar por que, e depois perguntar de novo, e depois perguntar para quem te procurou. E ainda assim, na dúvida, procure saber o porquê.

Com quem você ACHA que está falando?

Essa frase afrontosa que já ouvimos (ou tivemos vontade de dizer) é ainda mais verdadeira quando nos preparamos para uma reunião com upper management. Saiba exatamente com quem está falando.

O que mostrar é tão importante quanto o que NÃO mostrar.

Aquela reunião chatissíma que alguém trouxe mil slides e você não faz a menor ideia do que está fazendo ali ou onde a pessoa quer chegar. Não seja essa pessoa, escolha muito bem o que falar, o que mostrar e a ordem também importa.

E daí? Que decisão vocês tomaram?

Que precisamos alinhar, vamos marcar mais uma reunião. Socorro. Eu tenho pavor de reunião para marcar reunão. Depois de ler, espero que você consiga convencer (ou pelo menos negociar) a tomar uma decisão (útil).

Crie seu próprio método.

Eu apresento alguns frameworks que fui incorporando ao longo da vida, eles funcionam bem para mim, mas eu sempre adpato para cada pessoa, porque afinal, temos nossas peculiaridades. Crie o seu :)

Por que eu?

(Karina Piva)

Eu trabalho com dados há mais de 10 anos. Só que eu me formei em Pedagogia.... e pós graduei em Sociologia. É, sim.

Estudei como as pessoas aprendem e se comportam só depois de passar muitos anos achando que dados eram isentos, sem nenhuma subjetividade. Quando me liguei que não era bem assim, me aprofundar em storytelling com dados era uma conjunção desses dois mundos, e eu queria que vocês pudessem compartilhar disso.

Levo isso para Tera, Saint Paul, Link School, Northeastern University, além das grandes empresas que contrataram minha consultoria.

E completo, o mundo é mais humano do que técnico. Dados não falam, quem fala é você.

Depois de trabalhar comigo:

“A Karina empoderou o time, colocando todos no mesmo patamar de argumentação. As pessoas conseguem defender qualquer ideia com mais segurança”

Partner, Instituição financeira

(tenho que manter confidencialidade)

“Adotei a metodologia e adaptei para uma transferência de conhecimento com meu time. Foi uma conversa estratégica, contextualizei os conceitos e usei o framework para estruturar a apresentação. Vi engajamento e feedback positivo de todos”

Estrategista, PagBank

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